Cirurgia Refrativa em Curitiba

A cirurgia refrativa é uma opção para pessoas que desejam reduzir a dependência de óculos ou lentes de contato. Por meio de técnicas a laser, é possível corrigir diferentes erros refrativos, como miopia, astigmatismo e hipermetropia.

A indicação deve ser individualizada. Antes de qualquer procedimento, é fundamental realizar uma avaliação oftalmológica completa para conhecer as características dos olhos, da córnea e do grau de cada paciente.

Na Oftalmologia de Qualidade, no Cabral, em Curitiba, a avaliação para cirurgia refrativa é realizada pela Dra. Maria Cecilia Duarte, com atendimento humanizado e exames que auxiliam no planejamento e na segurança da indicação.

Dra. Maria Cecilia Duarte durante cirurgia refrativa PRK em Curitiba

O que é cirurgia refrativa?

A cirurgia refrativa reúne procedimentos desenvolvidos para corrigir erros de refração que dificultam a formação adequada da imagem e levam à necessidade de óculos ou lentes de contato.

O tratamento a laser modifica de maneira planejada o formato da córnea, alterando seu poder de focalização. O objetivo é proporcionar uma visão com menor dependência de correção óptica, respeitando as características e os limites de cada olho.

Miopia, astigmatismo e hipermetropia

Miopia: geralmente causa dificuldade para enxergar objetos distantes com nitidez.

Astigmatismo: pode provocar visão desfocada ou distorcida, tanto para longe quanto para perto.

Hipermetropia: está relacionada a um esforço maior para focalizar, principalmente de perto, embora também possa comprometer a visão à distância dependendo do grau e da idade.

Esses erros refrativos podem ser tratados por diferentes técnicas, mas a presença de um determinado grau, isoladamente, não significa que a cirurgia esteja indicada.

Quando a cirurgia pode ser indicada?

A decisão depende de uma avaliação individual. Entre os aspectos considerados estão a estabilidade do grau, as características e a espessura da córnea, a saúde da superfície ocular e a ausência de alterações que possam aumentar os riscos do procedimento.

Também são consideradas a idade, as necessidades visuais, o estilo de vida e as expectativas do paciente.

Por isso, a indicação da cirurgia refrativa não deve se basear apenas no grau dos óculos. O primeiro passo é determinar se os olhos apresentam condições adequadas para o procedimento e qual técnica pode ser mais apropriada.

Avaliação antes da cirurgia refrativa

A avaliação pré-operatória é uma das etapas mais importantes da cirurgia refrativa. Além do exame oftalmológico, são analisadas características específicas da córnea e da superfície ocular.

Essas informações ajudam o oftalmologista a identificar possíveis fatores de risco e a definir se a cirurgia pode ser indicada com segurança.

Consulta oftalmológica e estabilidade do grau

Durante a consulta são avaliados o histórico ocular e clínico, a acuidade visual e a refração, além da evolução do grau ao longo do tempo.

A estabilidade da refração é um dos fatores considerados antes da cirurgia, pois mudanças recentes no grau podem indicar que ainda não é o momento adequado para realizar o procedimento.

Topografia, tomografia e avaliação da córnea

A córnea precisa ser cuidadosamente estudada antes de uma cirurgia refrativa.

A topografia da córnea analisa características da sua superfície. A tomografia da córnea permite uma avaliação mais ampla da estrutura corneana, incluindo sua espessura.

Esses exames auxiliam na avaliação das características da córnea e no planejamento individualizado da cirurgia refrativa.

Saúde ocular e superfície dos olhos

A qualidade da superfície ocular e do filme lacrimal também é importante para o planejamento.

Condições como olho seco, inflamações das pálpebras ou outras alterações oculares podem interferir nas medidas realizadas antes da cirurgia e precisam ser identificadas e, quando necessário, tratadas antes da decisão pelo procedimento.

Principais técnicas de cirurgia refrativa

Entre as técnicas utilizadas para correção refrativa da córnea estão o PRK e o LASIK. Ambas utilizam laser para remodelar a córnea, mas diferem na forma como o tecido corneano é preparado antes da aplicação do laser.

A escolha não deve ser feita apenas pela preferência do paciente. Características da córnea, grau, saúde ocular, atividades habituais e outros fatores são considerados pelo oftalmologista para definir a estratégia mais adequada para cada caso.

PRK

No PRK (ceratectomia fotorrefrativa), a camada mais superficial da córnea, chamada epitélio, é removida para permitir a aplicação do laser na superfície corneana.

Após o procedimento, o epitélio se regenera progressivamente. Por esse motivo, a recuperação visual costuma ser mais gradual e pode haver maior desconforto nos primeiros dias em comparação com o LASIK.

O PRK pode ser uma alternativa especialmente interessante em determinados perfis de córnea ou situações nas quais a criação de um flap não seja desejável. A indicação depende dos exames e da avaliação individual.

LASIK

No LASIK (Laser-Assisted In Situ Keratomileusis), é criado um fino flap na córnea. Esse flap é levantado para permitir a aplicação do laser nas camadas internas da córnea e, ao final, é reposicionado.

Uma das características do LASIK é a recuperação visual geralmente mais rápida e o menor desconforto inicial em comparação com técnicas de superfície, como o PRK.

Entretanto, nem todos os pacientes são candidatos ao LASIK. A espessura e o formato da córnea, a superfície ocular, o grau e outros fatores precisam ser avaliados antes da indicação.

PRK e LASIK são técnicas diferentes, e não existe uma opção universalmente melhor para todos os pacientes. A escolha deve ser individualizada após uma avaliação oftalmológica completa.