Tratamento de Olho Seco em Curitiba
O olho seco ocorre quando as lágrimas não conseguem manter a superfície dos olhos adequadamente lubrificada. Pode causar ardência, sensação de areia, vermelhidão e visão embaçada. A avaliação oftalmológica ajuda a identificar as causas e orientar o tratamento mais adequado para cada paciente.
Quais são os sintomas do olho seco?
Os sintomas mais comuns do olho seco são ardência, sensação de areia nos olhos, vermelhidão, lacrimejamento e visão embaçada, que pode variar ao longo do dia. O desconforto pode aumentar durante o uso de telas, em ambientes com ar-condicionado ou em locais com vento. Se os sintomas forem frequentes, é importante realizar uma avaliação oftalmológica.
Embora pareça contraditório, o olho seco também pode provocar lacrimejamento: a irritação da superfície ocular pode estimular a produção reflexa de lágrimas, sem resolver necessariamente o problema de lubrificação.
O que causa esse problema?
Isso acontece quando há produção insuficiente de lágrimas ou quando elas evaporam rapidamente. Alterações nas glândulas das pálpebras, uso prolongado de telas, ambientes com ar-condicionado, alguns medicamentos e determinadas condições de saúde podem contribuir para o problema. Identificar os fatores envolvidos ajuda a orientar o tratamento individualizado.
As glândulas de Meibômio, localizadas nas pálpebras, produzem uma camada oleosa que ajuda a evitar a evaporação das lágrimas. Quando essas glândulas não funcionam adequadamente, a lágrima pode evaporar mais rápido, contribuindo para o ressecamento e o desconforto ocular.
Fonte: Conteúdo educativo elaborado pela Dra. Maria Cecilia Duarte, com base no relatório TFOS DEWS III – Diagnostic Methodology (2025), da Tear Film & Ocular Surface Society (TFOS). Ilustrações adaptadas para facilitar a compreensão dos pacientes.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é feito por meio de uma avaliação oftalmológica, que considera os sintomas, a qualidade das lágrimas e as condições da superfície ocular. Quando necessário, exames específicos ajudam a identificar os fatores envolvidos e a definir o tratamento mais adequado para cada paciente.
Durante a consulta, a oftalmologista também pode avaliar as pálpebras e as glândulas de Meibômio, responsáveis por produzir a camada oleosa da lágrima. Essa avaliação ajuda a compreender se o desconforto está relacionado à produção insuficiente de lágrimas, à evaporação excessiva ou à combinação desses fatores.
Um dos exames que podem ser realizados é o teste BUT, que avalia a estabilidade do filme lacrimal. Após a aplicação de um corante, a oftalmologista observa quanto tempo a lágrima permanece distribuída sobre a superfície do olho antes de começar a se romper. O resultado, analisado em conjunto com os sintomas e os demais achados da consulta, ajuda a orientar o diagnóstico e o tratamento.
Fonte: Conteúdo educativo elaborado pela Dra. Maria Cecilia Duarte, com base no relatório TFOS DEWS III – Diagnostic Methodology (2025), da Tear Film & Ocular Surface Society (TFOS). Ilustrações adaptadas para facilitar a compreensão dos pacientes.
Como é feito o tratamento?
O tratamento depende das causas e da intensidade dos sintomas. Pode incluir lágrimas artificiais, cuidados com as pálpebras, ajustes de hábitos e, quando indicado, medicamentos ou outros procedimentos. A escolha é individualizada após a avaliação oftalmológica.
O tratamento do olho seco não é igual para todos. Quando há evaporação excessiva da lágrima, por exemplo, a avaliação das pálpebras e das glândulas de Meibômio pode ajudar a definir os cuidados necessários. Em outros casos, é importante investigar a produção de lágrimas e possíveis fatores associados, como medicamentos ou condições de saúde.
O objetivo é aliviar os sintomas e melhorar a proteção da superfície ocular. A resposta ao tratamento deve ser acompanhada pela oftalmologista, que poderá ajustar as orientações conforme a evolução de cada paciente.
Quando procurar um oftalmologista?
Procure uma avaliação oftalmológica se apresentar:
Ardência, sensação de areia ou visão embaçada frequentes.
Desconforto que interfere na leitura, no uso de telas ou nas atividades do dia a dia.
- Você usa colírios, mas o desconforto sempre volta? A avaliação oftalmológica pode ajudar a identificar se o problema está relacionado à produção de lágrimas, à sua evaporação ou a outros fatores, orientando o tratamento adequado para cada caso.
Sintomas persistentes, mesmo após cuidados habituais.
Atenção: dor intensa, piora súbita da visão ou vermelhidão importante exigem atendimento médico imediato.
Cuidados que ajudam no dia a dia
Cuidados simples podem ajudar a reduzir o desconforto no dia a dia:
Faça pausas regulares durante o uso de telas e procure piscar com frequência.
Evite vento direto nos olhos, especialmente de ventiladores e ar-condicionado.
Mantenha os cuidados com as pálpebras e use colírios apenas conforme orientação médica.
Em ambientes com ar-condicionado, o ar pode ficar mais seco. Quando necessário, medidas para melhorar a umidade do ambiente também podem ajudar a reduzir o desconforto ocular.
Essas medidas podem ajudar, mas não substituem a avaliação e o tratamento indicados para cada caso.
Atendimento para olho seco em Curitiba
A Dra. Maria Cecilia Duarte realiza avaliação oftalmológica individualizada para identificar as causas do desconforto ocular e orientar o tratamento adequado a cada paciente. O atendimento é realizado no Infinity Prime Offices, no bairro Cabral, em Curitiba.